sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

TAM novas cores




A TAM Linhas Aéreas apresentou as diretrizes de seu reposicionamento para se consolidar como uma das principais empresas do mercado mundial de aviação. "Este é um momento extremamente significativo para a companhia, no qual reafirmamos um importante compromisso com nossos clientes", afirma o presidente da TAM, comandante David Barioni Neto.A Missão e a Visão da TAM foram revistas. O fio condutor desta nova etapa é a Paixão pela Aviação e o Espírito de Servir. O projeto, destaca o comandante Barioni, "retoma a essência da nossa origem, estabelecida por nosso fundador, o saudoso comandante Rolim Amaro: 'Comando a Serviço'. A isso aliamos nossos atuais objetivos: ampliar a excelência de serviços, ampliar a excelência operacional e ampliar a excelência de gestão da companhia".Além de ter assegurada a dianteira no mercado brasileiro, a TAM acaba de atingir a liderança em operações e passageiros transportados no Hemisfério Sul, segundo estudo da consultoria Bain&Company, que aponta a média de 21.800 operações/mês no último ano e em número de passageiros transportados (2,251 milhões/mês).Os mais de 22 mil funcionários da TAM tiveram importante participação no processo que redefiniu sua Missão. Conclui-se que a companhia aérea deverá ser "a preferida das pessoas, com alegria, criatividade, respeito e responsabilidade". Sua Visão será "Trabalhar com Espírito de Servir faz as pessoas mais felizes".O vice-presidente de Gestão de Pessoas e Conhecimento, Guilherme Cavalieri, explica que "nenhuma mudança na política de gestão poderia ser feita sem o apoio dos nossos funcionários, que são os alicerces do nosso trabalho". Segundo ele, "o branding é o reflexo de um longo trabalho, em que estamos recuperando os nossos valores. A pró-atividade do comando e a excelência do serviço juntas levarão à busca contínua para ofertar o melhor serviço e o melhor produto aos nossos clientes". Está em andamento uma intensa campanha de endomarketing na companhia, envolvendo todos os funcionários.O estudo de branding foi desenvolvido pela Thymus, do empresário Ricardo Guimarães. "A Thymus começou a atuar conosco em setembro de 2006, conduzindo uma completa revisão da essência da companhia para adequá-la às atuais condições do segmento e do mercado", afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.A criação da nova logomarca é de autoria das agências Y&R, do Grupo Newcomm, e Dezign com Z. A Y&R também assina a campanha publicitária institucional, cujos primeiros comerciais estarão no ar nesta sexta-feira, dia 22 de fevereiro.Inicialmente, o público perceberá as mudanças da comunicação visual da empresa nas lojas, nos balcões de check-in e nas posições localizadas nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos e nas fachadas dos escritórios da empresa em São Paulo."A modificação da nossa identidade visual vai muito além do que simplesmente uma questão estética. Os novos traços curvilíneos e azulados trazem uma mudança de cultura, comportamento e humanização da nossa longa trajetória que sempre foi ligada à paixão por aviação", afirma a presidente do Conselho de Administração da TAM, Maria Claudia Amaro.


Fonte: Aviação Brasil

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Fokker 100 TAM

Ainda restam 3 F-100, que são do braço da TAM Mercosul e serão entregues as empresas de leasing no próximo dia 30/03/2008. Sabe-se que um deles vai para o Irã.

Esquadrilha da Fumaça

A ESQUADRILHA DA FUMAÇA IRÁ PARTICIPAR ESTE ANO DO ROYAL INTERNATIONAL AIR TATOO - RIAT!!!! Será um dos convidados especiais e terá o privilégio de apresentar-se neste, que é o maior show Aéreo de Aviação Militar do Mundo!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Flex

A Flex Linhas Aéreas, que inicia suas operações em março, surgiu da recuperação judicial da Nordeste Linhas Aéreas, uma subsidiária da "antiga" Varig (a parte da empresa que não foi vendida para a Gol). Segundo sua assessoria de imprensa, a companhia tem 120 funcionários e irá atuar inicialmente só com fretamentos.
A Flex entra no mercado num momento em que foi criado um espaço no setor de aéreas de baixo custo, com a suspensão das operações da BRA. Seu começo, no entanto, será modesto: ela chega aos aeroportos nacionais com apenas um avião, um Boeing 737-300, com aproximadamente 15 anos de uso e capacidade para 136 passageiros mais tripulação.
A empresa é gerida por uma comissão que representa seus credores. Ao todo, a Flex possui 17 mil credores, sendo a sua grande maioria (cerca de 14 mil) ex-trabalhadores da "antiga" Varig. Entre os demais, destacam-se empresas de leasing, Infraero, bancos brasileiros e fornecedores de combustíveis.
O nome da companhia é oriundo de uma pesquisa de mercado feita pelo Ibope. De acordo com os resultados, Flex, nome sugerido pelos ouvidos na pesquisa, acabou escolhido por remeter à flexibilidade que a companhia quer trazer ao setor aéreo brasileiro.
Com as cores azul e amarelo, a empresa ainda não possui ações de marketing, mas já testa o slogan "Flex, a companhia aérea na sua medida".
Em princípio, a companhia vai operar apenas vôos fretados, dependendo assim, de contratações por empresas de turismo e agentes de viagens.
A venda de passagens é o segundo passo a ser dado pela Flex. Conforme os planos da companhia, até o final deste ano, mais quatro aeronaves devem ser adquiridas para proporcionar o inicio dos vôos comerciais no país. Os destinos, entretanto, ainda não estão definidos.
A venda de passagens é o segundo passo a ser dado pela Flex. Conforme os planos da companhia, até o final deste ano, mais quatro aeronaves devem ser adquiridas para proporcionar o inicio dos vôos comerciais no país. Os destinos, entretanto, ainda não estão definidos, informa sua assessoria.
Para celebrar a inauguração, está previsto para 1º de março um vôo do Rio de Janeiro a Salvador. Não por acaso, as sedes administrativa e jurídica da Flex estão localizadas nessas duas cidades, respectivamente.
Por enquanto, a Flex não conta com milhagens, mas, segundo sua assessoria, pretende criar nos próximos meses um programa de fidelidade mais completo do que os existentes e que fuja dos padrões já utilizados pelo setor aéreo.

Fonte: UOL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Evacuação A380 873 pessoas em 77 segundos !!!

JetBlue e Brasil

ERJ 190-100

O empresário David Neeleman, fundador da americana JetBlue, pretende lançar uma companhia aérea no Brasil ainda este ano. Para isso, está finalizando a compra de 36 jatos da família 190 da Embraer, com mais 38 opções de compra. O empresário está no Brasil esta semana para negociar com a Embraer e também para fechar a compra de uma companhia regional, revelam fontes próximas ao negócio. Procurada, a Embraer não quis comentar.A intenção inicial de Neeleman, 48 anos, era criar uma companhia do zero, mas optou por comprar uma pequena empresa com autorização para voar, o chamado Cheta, para ganhar tempo. Se tivesse que abrir uma empresa e dar entrada no pedido de autorização de vôo na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o empresário levaria pelo menos um ano. Neeleman andou sondando algumas empresas, como TAF, BRA e Vasp, mas desistiu diante das dívidas, sobretudo no caso das últimas duas. Neeleman se associou a grupos financeiros e levantou US$ 200 milhões para investir no negócio. A nova companhia ainda não tem nome, mas não se chamará JetBlue. A intenção é entrar em operação por volta de novembro ou dezembro.


Fonte: O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

CBA-123

"...Os dois protótipos do CBA-123 serão recuperados e vão para museus...!"
Museu Aeroespacial nos Afonsos e Museu da Embraer.
Histórico:
CBA-123 foi maior fiasco da parceria Brasil e Argentina desenvolveram em conjunto um avião que foi um fracasso comercial, o CBA-123. O acordo entre os governos de Raúl Alfonsín, da Argentina, e José Sarney, do Brasil, culminou na assinatura do contrato de desenvolvimento da aeronave entre a Embraer, em São José, e a FMA (Fábrica Militar de Aviones), na Província de Córdoba, em maio de 1987. A Embraer construiu dois protótipos do turboélice, que não chegou a ter produção em escala industrial por falta de encomendas. Na época, a Embraer era estatal. A empresa só foi privatizada em dezembro de 1994.O vôo inaugural foi realizado em 18 de julho de 1990 e durou uma hora e vinte minutos. Em 30 de julho, o protótipo realizou o seu primeiro vôo oficial, na presença dos presidentes Fernando Collor de Mello e Carlos Menem, da Argentina.O CBA-123 não atendia às necessidades do novo mercado da aviação regional, que exigia aviões maiores e motor a jato."O CBA-123 foi um programa de governo que envolveu a Embraer e que teve uma importância muito mais tecnológica do que comercial. O seu desenvolvimento proporcionou um crescimento tecnológico que mais tarde culminou no desenvolvimento do jato ERJ-145", disse o então gerente financeiro do projeto e representante brasileiro junto ao governo da Argentina, Manoel de Oliveira.PREJUÍZO - Os custos do programa, cerca de US$ 280 milhões, foram cobertos pelo governo, segundo Oliveira. "Do ponto de vista comercial, o avião foi um fracasso, mas o CBA-123 era um avião à frente do seu tempo e que por isso custava mais caro. A aeronave era pressurizada e possuía TVs na parte de trás de cada uma das poltronas, que os aviões só passaram a ter muitos anos depois."Para Oliveira, o acordo teve grande importância política uma vez que aproximou os dois países a partir de um acordo de cooperação tecnológica. Alguns consideram aquela iniciativa um 'embrião' do Mercosul."Dezenas de funcionários da Embraer foram à Argentina, que se beneficiou da transferência de tecnologia aeronáutica brasileira." O acordo previa que a Argentina, por sua vez, transferisse ao Brasil tecnologia nuclear.


Fonte: Jornal Vale Paraibano