terça-feira, 27 de maio de 2008

ALERTA !!!

Em dez anos, país perde 44 aeroportos de pequeno e médio porte
A quantidade de cidades atendidas por vôos comerciais tem diminuído devido "liberalização do setor" e "concorrência predatória" entre as empresas. É o que sustenta um estudo coordenado pela Associação Brasileira de Empresas de Transportes Aéreos Regionais (Abetar) e financiado pelo Ministério do Turismo.
Realizado por técnicos do Núcleo de Estudos em Competição e Regulação do Transporte Aéreo (Nectar) do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em parceria com profissionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o trabalho revela que, nos últimos dez anos, o número de aeroportos em operação diminuiu de 199 para 155. Essa variação negativa atingiu diretamente 384 cidades, afetando pelo menos 8 milhões de brasileiros obrigados a se deslocar até outras localidades para viajar de avião.
A redução do número de aeroportos ocorreu em todo o país, mas a Região Norte foi a que mais perdeu em termos absolutos de cobertura. Lá, o número de aeroportos em operação baixou de 59 para 46, uma variação de 22%. A quantidade de microrregiões cobertas baixou de 41 para 33, enquanto o número de municípios atendidos caiu de 248 para 214.
Na Região Centro-Oeste, o número de aeroportos em operação diminuiu 29%, passando de 31 para 22. O número de microrregiões cobertas baixou de 24 para 18 e o de municípios atendidos de 232 para 162.
Na Região Nordeste, a quantidade de aeroportos em operação baixou de 35 para 29 (menos 17,1%). As microrregiões cobertas, que antes chegavam a 31, hoje são 26. Já o número de municípios caiu de 366 para 274.
Na Região Sudeste, a quantidade de aeroportos em operação baixou de 42 para 32 (menos 23,8%), o número de microrregiões cobertas caiu de 39 para 30 e o de municípios, de 516 para 417. Já na Região Sul, o número de aeroportos em funcionamento baixou de 32 para 26 (variação de 18,8%), o de microrregiões cobertas de 31 para 24 e o de municípios de 459 para 370.
Fonte: diário do nordeste

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Aviões Agrícolas

O Ministério da Agricultura definiu, neste ano, normas mais rígidas para a pulverização de agrotóxicos por aviões. A principal mudança está relacionada com a lavagem das aeronaves. As regras reforçam procedimentos de segurança para aeronaves, bem como o uso de equipamentos de proteção e cuidados com os produtos químicos e o destino das embalagens vazias. A principal novidade é o investimento que as empresas de aviação agrícola terão que fazer para adequar os locais onde os aviões são lavados após a pulverização no campo. A partir de 2009, as empresas terão que utilizar um equipamento que é capaz de desativar o veneno agrícola.

AVIAÇÃO NACIONAL

"Aviação nacional está em risco"

Brigadeiro Ozires Silva critica política de céu aberto que está sendo executada pela Anac
O diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ronaldo Seroa da Motta, disse que a agência é favorável à expansão da concorrência entre empresas aéreas e que isso reduz o preço dos bilhetes aéreos. Motta é o responsável pela área de relações internacionais da Anac. Ele disse que a agência está implicada em dois projetos que irão aprofundar a redução da tarifa aérea.
– O marco legal da Anac escolheu proteger a economia brasileira e não as operadoras – disse o diretor da Anac.
Mas neste as posições da agência enfrentam acérrima oposição do fundador da Embraer, ex-ministro da Infra-estrutura e ex-presidente da Varig, brigadeiro Ozires Silva:
– Se o governo insistir na formulação de uma política de céus abertos com empresas norte-americanas e européias destruirá a aviação nacional. Dará de bandeja o mercado brasileiro às estrangeiras – rebate Ozires Silva, que comandou também a Varig entre os anos de 2000 a 2003.
Segundo Ozires Silva, antes da Anac estabelecer essa política deveria ocorrer uma consulta pública.
– Não é possível que o governo brasileiro tome uma decisão dessas sem a opinião dos maiores interessados, os empresários brasileiros. Deve haver essa consulta – ressaltou o brigadeiro.
No Ministério da Defesa a questão que está sendo tratada com maior emergência é a falta de cobertura de vôos regionais. Esses vôos de interligação entre cidades de menor porte são considerados fundamentais para melhor integração regional do país. Os projetos que estão em curso na agência são a expansão da concorrência sub-regional no Mercosul e a eliminação de qualquer restrição de capacidade sem necessidade de um acordo bilateral.
– Queremos os céus abertos na América do Sul, Europa, Estados Unidos e ir expandindo esse movimento – disse o diretor da Anac.
Segundo Motta, o fim das companhias de bandeira é um movimento global que mudou o panorama do setor não só no país.
– Algumas empresas perderam, mas o Brasil ganhou – comparou Motta. Ele disse ainda que a mudança trouxe benefícios para a economia brasileira e para as empresas que precisam ter seus executivos voando mais a preços mais baixos.
O ministro Nelson Jobim quer abrir discussão nacional para ver qual a solução para a falta de investimentos nesse tipo de vôos.


Fonte: JB

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Embraer revela nomes dos seus novos jatos Midlight e Midsize na Ebace

A Embraer definiu os nomes comerciais dos mais novos jatos do seu portfólio. O Embraer MLJ e o Embraer MSJ, aeronaves das categorias midlight e midsize, foram nomeados Legacy 450 e Legacy 500, respectivamente, criando a família Legacy, juntamente com o bem-sucedido Legacy 600, já em operação.O anúncio foi feito hoje durante uma cerimônia realizada na European Business Aircraft Conference and Exhibition (EBACE), realizada de 20 a 22 de maio em Genebra, Suíça. “Os revolucionários jatos Legacy 450 e Legacy 500 serão os melhores das suas classes, com base na marca Legacy, e oferecerão conforto superior, desempenho extraordinário e baixos custos de operação”, declarou Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Executiva. “Já assinamos mais de 100 cartas de interesse e começaremos a receber pedidos de clientes durante a EBACE.” O Legacy 450 e o Legacy 500 são novos projetos e as primeiras aeronaves em suas categorias com 1,82m de altura em toda a extensão da cabine. A tecnologia totalmente fly-by-wire aumentará o conforto durante as viagens e reduzirá a carga de trabalho do piloto. Ambos os jatos serão equipados com a nova geração de motores HTF7500E da Honeywell, empresa que também fornecerá a unidade auxiliar de potência (Auxiliary Power Unit – APU, em inglês) modelo 36-150, reconhecida pela alta eficiência, geração de energia com economia de combustível e operação silenciosa. A Rockwell Collins fornecerá os aviônicos de última geração Pro Line Fusion. O Legacy 500 deverá entrar em operação no segundo semestre de 2012, enquanto que o Legacy 450 entrará em serviço no segundo semestre de 2013. O preço de lançamento do Legacy 450 será de US$ 15.25 milhões e o do Legacy 500 US$ 18.4 milhões, ambos baseados nas condições econômicas de 2008.

Política Nacional de Aviação Civil PNAC


A Secretaria de Aviação Civil quer estimular a participação de segmentos da sociedade diretamente envolvidos com o setor na formulação da Política Nacional de Aviação Civil (Pnac). Além de criar um site na internet com informações sobre o assunto, o órgão irá realizar reuniões setoriais e consultas públicas para discutir a proposta.
O site foi lançado ontem (19) e pode ser acessado por meio da página do Ministério da Defesa (www.defesa.gov.br). Na internet, os interessados encontrarão um cronograma com as atividades que vão orientar as discussões da política nacional e uma breve apresentação sobre o texto. As consultas públicas acontecerão entre os dias 11 e 17 de junho. Já as reuniões setoriais vão ser realizadas entre 9 de maio e 27 de junho.Segundo o Ministério da Defesa, o principal propósito da Política Nacional de Aviação Civil é assegurar à sociedade um serviço de transporte aéreo seguro, amplo e com a melhor qualidade possível. E que seja, ao mesmo tempo, eficiente, econômico, moderno e integrado às demais modalidades de transporte.
A previsão do ministério é que o texto definitivo da política nacional seja aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de junho, após ter sido debatido com os interessados. A formulação da proposta foi uma determinação do Conselho de Aviação Civil (Conac), órgão de assessoramento do presidente da República e responsável por estabelecer diretrizes para a aviação civil brasileira.


Fonte: Agência Brasil

Z11



Z11 Helicóptero Chinês fabricado sob licença da França. (praticamente o nosso esquilo)

domingo, 18 de maio de 2008

Paraquedismo

O Brasil conta com excelentes áreas de salto no campo, floresta ou praia
Rio de Janeiro também deve ser considerado nada mais belo do que observar a terra de cima. Lógico que, por enquanto, você não pode ir com facilidade tão alto quanto Yuri Gagarin, o astronauta russo que disse a famosa frase “a Terra é azul”. Mas você pode pelo menos pegar um avião e observar a sua cidade ou o belo litoral que temos e depois, em uma atitude que muitos consideram loucura, se jogar lá de cima com um pára-quedas nas costas e torcer para que tudo dê certo.É claro que a atividade tem seus riscos, afinal pular de um avião nunca vai ser dos atos mais seguros deste mundo. Só que, hoje em dia, para você poder realizar um salto de pára-quedas são necessárias que você assista a muitas aulas teóricas e que o seu equipamento e o local que você salta cumpram um monte de regras. Tudo para garantir o máximo de segurança para o saltador.Se você já tem interesse pelo campo, vai adorar saber que pertinho de São Paulo, na cidade de Boituva está o Centro Nacional de Pára-quedismo. O local é a maior área de salto da América Latina e conta com uma infra-estrutura de primeira, bar, restaurante e até playground para as crianças passarem o tempo enquanto você, literalmente, se joga. Se você mora nas redondezas, é sem dúvida a melhor opção de custo benefício que você vai encontrar.Agora, se você prefere o sol, o calor e o mar, não deixe de saltar em áreas de litoral. O visual durante e o vôo e o salto é simplesmente incrível. O Aeroclube da Paraíba oferece tudo o que você pode querer. A pista de pouso e decolagem é na Praia do Bessa, o que já indica que todo o seu tempo no ar será extremamente recompensador do ponto de vista estético. Durante o fim de semana, você pode até agendar saltos para cair diretamente na praia. É uma boa idéia para fazer aquela surpresa especial para alguém que está curtindo o sol lá embaixo.
Mas se o seu negócio é mesmo a mata, não existe melhor lugar do que o Amazonas. Sim, isso também vale para saltos de pára-quedas. O Aeroclube do Amazonas também conta com uma estrutura campeã, mas o principal atrativo que eles oferecem é a chance de observar do alto o famoso encontro das águas dos rios Negro e Solimões.



Fonte: site msn estilo de vida por André Sander

EM FORTALEZA:

Fed. Cearense de Pára-quedismo Presidente: Alysson Rocha Vice-presidente: Isamu Pimentel Shinmon Dir. Comunicação: Luis Carlos Dir. Técnico: Adilson JuliãoEndereço: Av. Santos Dumont, 1789 sala 306 - Aldeota - Cep 60.150-160 Cidade: Fortaleza - CE Tel.: (85)3264-4622 Cel.: (85)9177-6800 e-mail: alysson01@hotmail.com ou fcpq@globo.com