terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Boeing 757-232 Delta Airlines

Aeronave que fará o vôo para Fortaleza, versão ER, de longo alcance.

Fortaleza terá vôos da Delta Airlines

A partir do segundo semestre do ano que vem, Fortaleza entra na rota da maior companhia aérea de todo o planeta, a Delta Airlines. Inicialmente, a empresa ofertará uma linha direta e regular, com três vôos semanais, ligando Fortaleza a Atlanta.De acordo com o titular da Setur (Secretaria do Turismo), Bismarck Maia, já está definida a vinda da companhia, que terá operações regulares também em Manaus (AM). ´Será usado um ER 757, com capacidade para transportar 210 passageiros´, detalha Maia. Ele frisa a importância que o portão de entrada seja Atlanta, cidade do Aeroporto Internacional Hartsfield, de onde partem aeronaves com destino a todo o mundo — e onde chegam vôos oriundos de todos os continentes. ´Com este vôo, o Ceará ficará mais próximo de mercados valiosos´, projeta o secretário. O Diário do Nordeste já havia antecipado com exclusividade no dia 5 de outubro último, que a Delta Airlines estava de olho no mercado cearense, bem como a American Airlines. Esta última, entretanto, terá rota linkando os EUA a Salvador.Além da ampliação da base de mercado, Maia conta com uma revolução no perfil de visitantes ao Estado, com concentração no filão de negócios, que tende a ter um consumo per capta mais alto e visitas mais freqüentes.Os dois vôos não serão interligados. Ou seja, será feito diretamente de Fortaleza a Atlanta, e retornando, perfazendo um total de aproximadamente seis horas e 15 minutos para cada trecho. O secretário não disfarça sua euforia quanto à importância desta conquista para o turismo cearense. ´Vamos entrar com força no mercado norte-americano, que ainda é pouco expressivo dentre os estrangeiros que chegam ao Ceará´, diz. Ele conta com incremento também no turismo emissivo feito em Fortaleza, que poderá tornar-se ponto de convergência de todo o Nordeste para chegar aos Estados Unidos. ´Vamos fazer um trabalho forte de promoção para aquecer também o turismo emissivo em direção aos Estados Unidos. O desembarque fica a cerca de 40 minutos dos parques da Disney´, adianta. Já estão sendo conduzidos estudos técnicos no Aeroporto Pinto Martins para conferir se haverá necessidade de qualquer mudança para a entrada em operação da companhia norte-americana no Ceará. A entrada de uma empresa de porte como a Delta no Ceará é um divisor de águas para o turismo internacional.

Fonte: Diário do Nordeste

Colaboração: David Mendonça

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Turma da Cabeceira 13

A Turma da Cabeceira 13 é composta por "caras" que são amantes da aviação, estão lá para fotografar, fazer a escuta aérea e principalmente falar sobre aviação. Sábados e domingos na cabeceira 13 do aeroporto Pinto Martins, na AV. Carlos Jereissati. Originou até matéria do Diário do Nordeste http://diariodonordeste.globo.com/2001/08/27/. Seguindo esta primeira matéria vamos falar ainda mais desta galera aguardem...

Passagem Baixa

FAB 2008

Os vencedores dos processos de compra de novos caças (programa FX-2) e helicópteros para a Força Aérea Brasileira (FAB) serão anunciados no próximo ano. Também há recursos da União suficientes para terminar a modernização do 3° Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo, em Recife. O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Juniti Saito, fez os anúncios em Brasília, num café da manhã em homenagem aos profissionais de imprensa que acompanham as atividades da força, na última terça-feira. "Fomos dispensados do processo de licitação para o Programa FX-2. Pretendemos adquirir diretamente, por meio de carta-consulta, até 36 unidades do avião selecionado. Será a primeira fase de um projeto muito maior, que visa substituir todos os aviões de combate da FAB. Não estão previstas compras de Mirage 2000C usados nem a modernização futura dos aparelhos recebidos da França", complementou. Saito também confirmou a compra de oito caças F-5E e três F-5F dos estoques da Real Força Aérea Jordaniana. Segundo um brigadeiro presente no encontro, existe a possibilidade de se adquirir mais unidades desses modelos para modernizá-los dentro dos padrões F-5EM e F-5FM. "Nós não temos intenção de adquirir nenhum avião de treinamento para substituir os cerca de 20 Xavantes que permanecem em serviço. Hoje, eles atuam como avião de combate e não de instrução. A compra de mais F-5E e F-5F servirá para reequipar o 1°/4° Grupo de Caça, hoje dotado de Xavantes e Impalas." Se a FAB não obtiver novos F-5E e F-5F, haverá uma redistribuição das células existentes entre as bases aéreas de Canoas, Santa Cruz e Natal depois do processo de modernização. Helicópteros O comandante da Aeronáutica confirmou a concorrência para a compra de 12 helicópteros médios de transporte e 12 helicópteros de combate. A Rosoboronexport, com os modelos Mi-171V e Mi-35M; a EADS-Eurocopter, com os Tigre e EC 525 Cougar; e a Westland-Agusta, com os A-129 e EH-101 Merlin, participam do processo, feito por carta-convite. "A Helibrás encaminhou uma proposta verbal para produzir um novo modelo do Super-Puma no Brasil", comentou. "Considero bastante atrativa, mas o processo de aquisição não irá parar enquanto ela não foi formalizada e posta no papel", ressaltou. Segundo fontes da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e da Federação das Indústria de Minas Gerais (Fiemg), a proposta abrangeria a fabricação de um novo modelo do Super-Puma com células construídas inteiramente de fibra de carbono, o que ampliaria a resistência estrutural, diminuiria o risco de corrosão e aliviaria o peso da aeronave, com substancial aumento da carga útil. Modernização A-1M O brigadeiro Saito assegurou que a força terá um aumento de qualidade com a modernização do AMX, mas admitiu que o processo poderá não ser aplicado a todas as 53 células que constam do inventário da FAB. "Algumas unidades estocadas em Santa Cruz foram afetadas por corrosão, mas achamos que será possível recuperá-las. Se não for, modernizaremos apenas as que estão em bom estado. Além disso, há dificuldades para se conseguir peças sobressalentes para o motor, que foi descontinuado" . Ele também negou qualquer interesse na aquisição de células estocadas pela Aeronáutica Militar Italiana. Um dos pontos destacados pelo comandante foi a chegada dos P-3Br Orion, marcada para março de 2009. Com a chegada das aeronaves, compradas de estoques da Marinha dos Estados Unidos e modernizadas pela EADS-CASA, a FAB voltará a ter capacidade de patrulha anti-submarina. Segundo um brigadeiro, o atraso se deve à necessidade de reforços estruturais nas asas por exigência da Lockheed-Martin, fabricante original do equipamento. Para recebê-los, a Base Aérea de Salvador receberá mais um hangar e uma série de hangaretes. Também serão reformulados os espaços das tripulações. "Um Bandeirulha (Embraer P-95) carrega até cinco tripulantes. No P-3BR, dependendo da missão, chega a 20. Vamos ter de ampliar as instalações e equipá-las com refeitórios maiores, novas salas de aula, de descanso e de operações", confirmou um oficial transferido para Salvador.C-390 Saito mostrou um grande interesse no Embraer C-390, que poderá substituir os C-130Hercules no Futuro. A FAB opera três modelos da aeronave (C-130E, C-130H e KC-130E), mas 11 das 23 unidades do inventário estão com problemas de manutenção. Um brigadeiro afirmou que a força pretende recuperar todas para substituí-las, no futuro, pelo novo cargueiro de fabricação nacional. O comandante da Aeronáutica também confirmou o cancelamento definitivo das concorrência CL-X, para a aquisição de 100 aviões CASA 212-400 para substituir os aparelhos C-95 Bandeirante remanescentes, e CH-X, referente à aquisição de helicópteros pesados para atuar na implantação de postos-radar na Amazônia. "A FAB irá se concentrar na operação de helicópteros médios. Não necessitamos de nada maior. Quando for o caso, podemos arrendar os serviços", completou.
fonte: Alide

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

ANAC

Confirmação no plenário do Senado dará o cargo de presidente
Por 21 votos a 2, Solange Vieira teve o seu nome aprovado pela Comissão de Serviços e Infra-Estrutura do Senado durante a sessão realizada hoje, e depende agora apenas da confirmação no plenário da casa para assumir a presidência da Agência Nacional de Aviação Civil, ocupando o cargo que foi de Milton Zuanazzi.Solange, em sua exposição aos senadores, admitiu a existência de um gargalo na infra-esturutura do setor de aviação civil do país. A taxa média do setor cresceu 8% nos últimos dez anos, enquanto a taxa média do Produto Interno Bruto (PIB), foi de 2,2%.Em todos os 67 aeroportos administrados pela Infraero, há capacidade para atender 103 milhões de passageiros, e a demanda prevista deste ano chegará a 109 milhões de passageiros. O problema maior está em São Paulo, com 4 milhões a mais em relação à capacidade de atendimento.“Tanto no Brasil quanto em São Paulo há um gargalo de infra-estrutura. Em São Paulo é de 16% e no Brasil, de 6%”, afirmou a futura presidente da Anac, atualmente secretária de Aviação Civil do Ministério da Defesa Os parlamentares também aprovaram para a diretoria da agência, na sessão de hoje, o nome do engenheiro Ronaldo Serôa da Motta, indicado para substituir Josef Barat. Em sua primeira declaração, o novo diretor assegurou que as multas previstas para as companhias aéreas por atrasos em vôos não serão repassadas para os consumidores. 'Isso não vai acontecer', garantiu.
fonte: BrasilTurism

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Aeroporto Pinto Martins

O Aeroporto Internacional Pinto Martins teve suas origens na pista do Alto da Balança, construída na década de 30 e utilizada até o ano 2000 pelo Aeroclube de Fortaleza.
Durante a II Guerra Mundial, a pista serviu de base de apoio às forças aliadas, época em que foi construída a segunda pista de pousos e decolagens, a atual pista principal do Aeroporto de Fortaleza.
Em 13 de maio de 1952, o Aeroporto ganhou o nome de Pinto Martins em homenagem ao cearense Euclydes Pinto Martins. No início da década de 20, este cidadão de Camocim realizou o primeiro vôo sobre o Oceano Atlântico, entre Nova York e o Rio de Janeiro, a bordo do hidroavião Sampaio Correia.
A Infraero assumiu a administração do Aeroporto de Fortaleza em 1974, quando deu início a uma série de obras para revitalização e ampliação do complexo aeroportuário, entre elas a do pátio e a do terminal de passageiros.
Fonte: Infraero