terça-feira, 13 de maio de 2008

O II ENCONTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS

O II ENCONTRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS é uma evento totalmente gratuito organizado pelo Instituto CEPTA com o patrocínio da CNC/Confederação Nacional do Comércio, da Pallas Turismo/Grupo Águia e do SNEA.

Ao todo serão 4 painéis de apresentações e discussões, todos seguidos de perguntas e respostas com a audiência:

Painel I - NEGÓCIOS EM TRANSPORTE E TURISMO.
Painel II - TRANSPORTE E TURISMO PARA A COPA DE 2014.
Painel III - FINANCIAMENTOS E SEGUROS NO TRANSPORTE AÉREO.
Painel IV - O FUTURO DO TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL.

AUTORIDADES E EXECUTIVOS CONFIRMADOS PARA PALESTRAREM:
-- Wagner Abrahão, Presidente do Grupo Águia.
-- Maj.-Brig.-do-Ar Ramon Borges Cardoso, Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo.
-- José Mario Caprioli, Presidente da Trip Linhas Aéreas.
-- David Neeleman, Ex-Presidente da JetBlue (EUA), Presidente/CEO da Azul Linhas Aéreas.
-- Murilo Siqueira Junqueira, Presidente da Costa do Sol Operadora Aeroportuária (Aeroporto Internacional de Cabo Frio).
-- Lélis Marcos Teixeira, Presidente do RIO-ÔNIBUS.
-- Tarcisio Gargioni, Vice-Presidente da Gol Linhas Aéreas.
-- Adalberto Febeliano, Diretor-Executivo, Associação Brasileira de Aviação Geral.
-- José Francisco de Salles Lopes, Diretor de Estudos e Pesquisas da Embratur.
-- Fabio da Luz Rodrigues, Diretor-Executivo da GapOne, Membro do Skal Internacional/Brasil/Rio e Diretor do Instituto CEPTA.
-- Liberato de Souza Pinto, Diretor de Turismo da Neltur.
-- Ronaldo Balassiano, Professor do Programa de Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ) e Membro Honorário do Instituto CEPTA.
-- Reynaldo José Canabarro, Especialista em Análises Econômicas e Financeiras.
-- Marcia Regina Fonseca Lima, Coordenação de Riscos Aeronáuticos, Instituto de Resseguros do Brasil.
O INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS E DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM TRANSPORTE AÉREO (Instituto CEPTA), é uma associação técnico-científica sem fins lucrativos dedicada a estudos, análises e discussões sobre assuntos de natureza estratégica e políticas públicas do transporte aéreo e do turismo. Estabelecido por profissionais, especialistas e estudiosos em aviação, turismo, planejamento estratégico, finanças, processos de tomada de decisão e tecnologia da informação, o Instituto CEPTA tem se consolidado como uma das principais referências no que se refere a estudos e análises de natureza estratégica sobre o transporte aéreo no Brasil. A constante presença nos principais meios de comunicação, tanto no Brasil como no exterior – entre estes o Jornal Nacional, GloboNews, Band TV, Rádio CBN, O Estado de São Paulo, The Financial Times, The Economist e as especializadas Aero Magazine, Airline Business e Travel Weekly –, reforça a missão do Instituto CEPTA de “ser um agente de transformação do pensamento, dos conceitos, do planejamento e das políticas de transporte aéreo no Brasil e no mundo.”

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Hamartia - Ventos do Destino

O título "Hamartia - Ventos do Destino"filme que está sendo atualmente produzido pela UFSM (Universidade Federal
de Santa Maria) em parceria com a FAB (Força Aérea Brasileira) e que tem como "participantes" os AMX do 3º/10º Grupo de Aviação, da Base Aérea de Santa Maria.

www.hamartia.com.br

Pré-trailer:

terça-feira, 6 de maio de 2008

AZUL

Azul é o nome escolhido para a nova companhia aérea brasileira. Depois de pouco mais de 30 dias de campanha Você Escolhe, foi definido o nome da nova companhia aérea brasileira: Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. Embora Samba tenha sido o nome mais votado, a empresa optou pelo nome Azul.O chairman da empresa, David Neeleman, comentou sobre a escolha: "Nós queremos que nossa companhia defina o nome, e não que o nome defina a empresa. Azul inspira sentimentos como pureza, segurança, serenidade, lealdade, qualidade e, claro, remete ao céu, a voar. Ao mesmo tempo, é um nome mais neutro que Samba", afirmou o executivo.A disputa foi tão acirrada entre as opções Azul e Samba que a nova empresa decidiu premiar com o passe vitalício tanto o internauta que votou pela primeira vez no nome Azul, quanto o que votou em Samba. Os dois vão poder viajar de graça, com um acompanhante, por toda a vida.A disputa acirrada também fez com que a empresa decidisse premiar com bilhetes de ida e volta para os 1.000 primeiros que votaram tanto no nome Azul, quanto os 1.000 que votaram em Samba. Desde o lançamento até o fim da votação, a campanha contou com mais de 108 mil cadastros e 157.528 votos. Na primeira fase, era possível sugerir nomes para a nova empresa aérea, depois, os internautas foram convidados a votar em um dos nomes de uma lista de 10 sugestões."A escolha do nome foi o começo de um novo conceito de relacionamento entre a empresa e seus clientes. Nossos passageiros vão ser convidados a sugerir outros detalhes do produto. Vamos oferecer aos brasileiros a companhia aérea que eles escolheram, por isso estamos convidando as pessoas a continuar colaborando" , disse David Neeleman, CEO da Azul.Neeleman ainda afirmou: "Dentro de um ano, quando milhares de usuários já tiverem voado nossa companhia, Azul vai significar algo realmente especial – uma nova e melhor maneira de se voar pelo Brasil."O anúncio da criação da Azul, no fim do mês de março, causou enorme burburinho no mercado de aviação comercial do Brasil. Especialmente por causa da presença de David Neeleman, que traz no currículo a fundação de outras três companhias aéreas de sucesso, entre elas a americana JetBlue.A Azul vai começar a operar em janeiro de 2009 e, para isso, encomendou uma frota de 76 jatos Embraer. A proposta é oferecer um serviço diferenciado, sem o conceito de hubs, ligando cidades não servidas pelas atuais linhas aéreas, e com qualidade superior. As aeronaves Embraer 195 da Azul serão equipadas com bancos de couro, sem as poltronas do meio, apenas fileiras de duas poltronas, e contarão com o que há de mais moderno em termos de tecnologia aeronáutica, como, por exemplo, com dois dispositivos HUD – Head Up Displays – que permitirão um significativo aumento na segurança operacional. A nova empresa também será a primeira na América Latina a oferecer TV ao vivo, em monitores individuais, através da instalação de um sistema via satélite da LiveTV.


Fonte: Egom Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Italianos e russos são "finalistas" para helicóptero de ataque do Brasil

Segundo fontes não-oficiais, as propostas feitas pela Agusta Aerospace (da Itália) e pela Rosoboronexport (da Rússia) são as finalistas para a seleção do futuro helicóptero de ataque que irá ser adquirido pela Força Aérea Brasileira (FAB). Aparentemente, a "briga" vale um contrato estimado em US$ 500 milhões, para a aquisição de um lote inicial de 12 aeronaves. A proposta italiana é baseada no modelo AgustaWestland AW-109 Mangusta e a russa, no Mil Mi-35.
Embora não haja confirmação oficial, acredita-se que as propostas norte-americanas (da Bell e da Sikorsky) e européia (da Eurocopter) tenham sido descartadas.
O Mi-35 é a última e mais sofisticada versão do veterano, e muito bem testado em combate real, helicóptero russo Mi-24. Nesta versão, o aparelho pode receber inúmeros sistemas avançados, como óculos de visão noturna (NVG) e sistemas de visão por infravermelho (FLIR), além de um vasto arsenal, incluindo armas "inteligentes", como mísseis ar-ar e anti-blindados. Em suas diferentes versões, os Mi-24/-35 são utilizados por dezenas de países, sendo a Venezuela um dos mais recentes clientes do modelo (a reportagem de ASAS teve acesso à informações de que a variante oferecida ao Brasil é mais bem-equipada do que a venezuelana).
Já o AW-109 Mangusta é um modelo desenvolvido pela Itália e que, até recentemente, só era por ela operado. Após os problemas referentes ao ingresso da Turquia na Comunidade Européia, quando a França foi um dos países a imporem condições ao governo turco; este em represália cancelou os planos já então em andamento de adquirir helicópteros da Eurocopter (sediada na França), e decidiu comprar o AW-109 (tornando-se assim a Turquia o único comprador "estrangeiro" do modelo).


Fonte: site revista asas

domingo, 20 de abril de 2008

DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA

Uma Homenagem para aqueles que começaram a Aviação de Caça Brasileira.


21 de ABRIL DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA




quinta-feira, 17 de abril de 2008

Brasil e PAK-FA

O Brasil vai participar do programa de desenvolvimento de um avançado avião de combate, o PAK-FA T-50, que será fabricado pela empresa russa Sukhoi. O aparelho, invisível ao radar, promete desempenho igual ou superior ao caça F-22 Raptor, fabricado pelos Estados Unidos (o mais caro do mundo, ao custo unitário de US$ 225 milhões), e deve fazer seu primeiro vôo em, no máximo, dois anos.

A construção da nova aeronave é apenas parte de um amplo memorando de entendimento, negociado em Moscou em fevereiro e assinado ontem pelo ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e pelo secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa, Valentin Alekseevitch. O acordo-quadro lança uma ampla cooperação entre os dois países, inclusive de tecnologias consideradas sensíveis. Na área espacial, estão previstas a construção de um novo veículo lançador e de satélites de comunicação e sensoriamento remoto. O uso da Base Aeroespacial de Alcântara por uma nova empresa binacional também será contemplado pelo tratado.

Ao falar do PAK-FA, Mangabeira destacou que “será um caça de quinta geração”. O custo total previsto é de cerca de US$ 20 bilhões, a ser dividido em cotas entre Rússia, Brasil e Índia, que também participa do programa. O preço unitário, mais baixo que o dos caças europeus de quarta geração, ficará emUS$ 80 milhões, aproximadamente.
Os aviões de combate de quinta geração, além de invisíveis ao radar, também são capazes de atingir velocidade supersônica usando meia potência do motor, o que reduz o gasto de combustível, amplia o raio de ação e diminui o tempo de engajamento do inimigo. Atualmente, apenas os norte-americanos possuem aparelhos com essas características em operação, os F-22 Raptor. Um modelo mais barato, o F-35 Lightning, que custa US$ 135 milhões, está em fase de certificação. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a ver uma demonstração do caça em sua visita aos EUA, mas o aparelho foi descartado por não oferecer transferência de tecnologia.“Não estamos interessados em comprar bens acabados, mas em parcerias que possam fortalecer a capacidade tecnológica de ambos”, destacou o ministro. Além da Rússia, China e Japão também trabalham em aviões de quinta geração, mas o projeto PAK-FA, que começou há 10 anos, é o que se encontra em estágio mais avançado.VLSA Rússia já colabora com o Brasil na área espacial. Um grupo de especialistas encontra-se em São José dos Campos, onde assessora o programa do Veículo Lançador de Satélites (VLS). Os russos participam do projeto de um novo primeiro estágio, a combustível líquido em lugar de sólido, para o foguete, que coleciona uma série de fracassos desde a primeira tentativa de disparo, em 1997. O país mantém ainda programas de transferência tecnológica com a Ucrânia, para a produção de foguetes, e com a França, que pretende fabricar helicópteros médios em Minas Gerais e submarinos no Rio de Janeiro.



Fonte: Defesanet

domingo, 13 de abril de 2008

Aviação

Para quem me pergunta. Por quê você gosta de aviação?