sexta-feira, 23 de julho de 2010

Embraer e seus E-jets

Modificar os atuais E-jets ou partir para uma aeronave de 130 lugares?
A remotorização seria o passo certo para se manter na liderança no segmento de até 120 assentos
A Embraer decide até o fim do ano se faz a remotorização do jato 195, que leva até 122 passageiros, ou se parte para o desenvolvimento de um avião maior, de 130 lugares, disse seu vice-presidente para o mercado de aviação comercial, Paulo César de Souza e Silva. A empresa não tem planos de fazer um avião de 150 lugares. “O estudo prevê um jato de 130 assentos com duas classes, mas numa configuração de classe econômica poderia comportar entre 138 e 140 passageiros”.
O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse que a companhia não ficaria alheia à chegada de motores que consomem menos combustível. “Nossos E-Jets são novos, mas não podemos ficar indiferentes à disponibilidade de motores mais econômicos”. Ele confirmou conversas com fabricante de motores e disse que a remotorização seria o passo certo para se manter na liderança no segmento de até 120 assentos.

FONTE: Valor Econômico por Virgínia Silveira

Bandeirante Força Aérea Brasileira

Primeiro Bandeirante modernizado da Força Aérea Brasileira voará em agosto.

O primeiro C-95M Bandeirante modernizado da Força Aérea Brasileira (FAB) deve voar no início de agosto. O programa de modernização está sendo coordenado pelo COMGAP (Comando-Geral de Apoio), sediado no Rio de Janeiro, através do Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos (PAMA-AF).

Até 2013, 54 dos 84 aparelhos existentes na frota da FAB sofrerão a atualização, incluindo os P-95. Os dois primeiros exemplares convertidos para o padrão M passarão por um programa de ensaios até outubro e novembro, respectivamente, para serem entregues às suas unidades operacionais.

Os Bandeirante da FAB são modernizados em três fases. A primeira consiste na integração de novos sistemas de comunicação e navegação e instrumentação digital (LCD) nos cockpits. Para isso, foi contratada a empresa Aeroeletrônica, subsidiária da israelense Elbit Systems. Na segunda fase, os sistemas vitais mais modernos, como os mecânicos e hidráulicos, são substituídos, também através de empresas privadas brasileiras. A terceira fase, toda executada no PAMA-AF, será dedicada à revitalização geral da aeronave, como pintura e forração do interior na cabine.


Fonte: Tecnologia e defesa

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ciopaer 2010

Ciopaer cada vez mais capaz de enfrentar o crime e resgatar vidas.

Site muito bom e informativo, recomendo.
www.pilotopolicial.com.br/?p=9583

domingo, 4 de abril de 2010

Os Grandes Homens


Quero lembrar das alegrias que passou para todos, do esforço, garra e coragem... A muito fiz esta frase: Mais perto de Deus e mais próximo do sonho. PAZ.


quarta-feira, 24 de março de 2010

Aeroporto Jericoacoara-CE

A licitação para a construção do Aeroporto de Jericoacoara deu, ontem, mais um passo rumo à execução das obras. A Central de Licitações do Governo do Estado divulgou as empresas habilitadas para a segunda fase do certame, caracterizada pelo recebimento das propostas financeiras das empresas aptas à realização do empreendimento. Dos 27 consórcios e empresas que concorreram à fase de habilitação, 14 seguem para o estágio seguinte, dos quais 10 disputam a edificação do lote 1.São eles, os consórcios Aterpa/R.Furlani/M.Martins; CBC/GEL/CCI; CBEMI - Tucumann; DPBarros/FBS/São Paulo Engenharia; EIT/Beta; Esse/Lidermac/Pottencial; e TB/Consbem; e ainda as empresas JM Terraplenagem e Construções LTDA.; Novatec Construções e Empreendimentos LTDA.; e S.A Paulista de Construções e Comércio. O lote 1 do projeto, orçado em R$ 51.993.465,18, corresponde à construção da pista de pousos e decolagens, do pátio de estacionamento e de duas pistas de taxiamento. Para a segunda parte do aeroporto, que inclui a constituição do terminal de passageiros e do Serviço de Combate Contra Incêndio, foram classificados dois consórcios e duas empresas. O DPBarros/FBS/São Paulo Engenharia é o único que segue para a disputa de preços das duas fases do empreendimento.O consórcio Geosolo/Três Irmãos e as empresas Lotil Construções e Incorporações LTDA. e Macrobase Engenharia, Comércio e Serviços, também estão classificados para a fase seguinte de licitação do lote 2, avaliada em R$ 8.922.975,05.InabilitadasOs outros 13 consórcios e empresas que foram desclassificados do certame têm até cinco dias úteis após publicação no Diário Oficial, o que deve ocorrer até a próxima segunda-feira, 15, para apresentarem recurso questionando suas inaptidões à realização da obra.Em seguida, a Secretaria de Turismo do Estado (Setur) terá mais cinco dias para responder às possíveis proposições.ProjetoO Aeroporto de Jericoacoara propõe facilitar o acesso a um dos destinos turísticos mais procurados do Ceará.O empreendimento terá capacidade de 1,2 mil vôos/ano e encurtará o tempo de viagem entre Fortaleza e Jericoacoara em quatro horas - os 314 quilômetros de estrada são percorridos em cerca de cinco horas.Além disso, vai agilizar o escoamento das produções das regiões Norte e da Ibiapaba, desafogando, assim, o Aeroporto Internacional Pinto Martins.O projeto está orçado em R$ 60.916.440, dos quais R$ 52 milhões já foram liberados pelo Ministério do Turismo (MTur). Os outros recursos para a construção serão provenientes do Tesouro Estadual. A previsão é que o aeroporto esteja pronto no ano que vem.
Fonte: Diário do Nordeste

B777-300ER TAM em Fortaleza

Hidroporto de Fortaleza

Leia nesta matéria do jornal diário do nordeste mais um descaso para a história da aviação.
A área onde funcionou o antigo Hidroporto de Fortaleza, na Barra do Ceará, está ocupada irregularmente desde fevereiro de 2009, quando sucatas e outros objetos começaram a ser despejados no local para fins comerciais. Revoltado com a invasão, o historiador Adauto Leitão acionou a Prefeitura e o Ministério Público Federal para resolver o problema. Contudo, mais de um ano depois, a situação de abandono é a mesma.O local corresponde ao número 1374 da Avenida Radialista José Lima Verde. Era neste ponto que ficavam as rampas para o embarque e desembarque de passageiros dos aviões que pousavam no Rio Ceará. Logo após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, o presidente Getúlio Vargas decretou o terreno de marinha, como patrimônio ambiental destinado a uso público. As ruínas estavam de pé até serem destruídas pela colocação de ferragens e entulhos.A Prefeitura constatou o problema ainda em fevereiro do ano passado. Contudo, apenas em novembro foi demolido um muro que privatizava o local. No mês seguinte, uma nova vistoria notificou a empresa instalada no local, a Brasimar Serviços Marítimos Ltda., por realizar atividade comercial sem alvará de funcionamento e por ocupar área pública.Esta ação gerou um auto de interdição em 21 de dezembro do ano passado, exigindo a paralisação das atividades, o que não foi cumprido.Cansado de esperar, Adauto foi à Procuradoria da República no Estado, ligada ao Ministério Público Federal (MPF), e denunciou a ocupação indevida em área de proteção ambiental. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, o processo está sendo executado. A procuradora Nilce Cunha Rodrigues solicitou a posição de várias instituições governamentais responsáveis pela preservação do patrimônio público e do meio-ambiente. A partir da análise das respostas, será dado um parecer.A Secretaria Executiva Regional (SER) I informou que apenas na semana passada foi enviado ofício à Companhia de Policiamento Militar Ambiental (CPMA) solicitando auxílio para a interdição da área. Entretanto, segundo o chefe do Distrito de Meio Ambiente e Controle Urbano da SER I, Assis Macedo, a empresa que ocupou o local tem um "documento de aforamento" (que dá a posse provisória de um terreno), emitido pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). A SER I afirmou que solicitou a cassação deste documento. Enquanto isto não acontecer, a ação da Prefeitura fica limitada. "O que podemos é interditar a atividade comercial".HistóriaSegundo Adauto Leitão, desde o século XVII, o Rio Ceará está na cartografia mundial como único rio da Capital com condições de navegabilidade para embarcações e, posteriormente, aeronaves, tendo como referência o Oceano Atlântico. Na foz, há uma placa que indica o local como campo de pouso para aeronaves em casos de urgência. Em 1932, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (autor de O Pequeno Príncipe) teria aportado em Fortaleza pelo hidroporto da Barra do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste